Pregar sua religião ou divulgá-la, utilizando-se até mesmo de meios de comunicação para isso, não é, porém, intolerância. A intolerância só surge em situações muito específicas, quando a simples existência do outro é vista como uma ameaça a si, ou quando um adepto de uma religião, considerando possuir uma verdade absoluta, não consegue conviver com o fato de que o outro não pensa e nem crê nas mesmas coisas que ele e, a partir daí, cria ideologias e mecanismos, para dizer que é inaceitável que este outro enxergue o mundo de forma distinta.
Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso ou crença às quais a crítica é direcionada. Quando o ato de criticar assume contornos de intolerância, e esta, por sua vez, torna-se uma perseguição onde não se respeita a liberdade religiosa e a dignidade humana dos demais, o que temos é um crime de ódio.Sejamos sábios, respeitemos mais uns aos outros, se formos proferir algo que seja para elevar ou exaltar alguém, e não, denegrir, ofender, desrespeitar. No mundo temos BILHÕES de religiões, em algumas partes dele, ainda vivemos terror por causa delas, das blasfêmias causadas em nome de “Deus”, mas que controvérsia é essa, senhor?! Como se pode falar em nome de Deus, incitando à guerra, o ódio, a ofensa ao outro (independente de qualquer coisa – raça, condição, status, religião, etc…) se a principal lição que nos foi deixada (para quem acredita, e eu, acredito
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS ASSIM COMO EU VOS AMEI,NISTO RECONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS SE VÓS AMARDES UNS AOS OUTROS.


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